A reunião promovida pelo deputado estadual Othelino Neto (PSB), pré-candidato a deputado federal, chamou atenção não pela força dos nomes apresentados, mas justamente pela aparente falta dela.
Marcaram presença no encontro diversas lideranças políticas entre eles Júnior Passinho ex-candidato à Prefeitura de Raposa que, na última eleição, terminou a disputa com cerca de dois mil votos. O encontro, que deveria transmitir força política, acabou gerando uma enxurrada de comentários irônicos nas redes sociais.
As expressões mais repetidas foram “só gente desconhecida” e “muita bucha”. No meio político, o termo costuma ser usado para definir candidatos sem musculatura eleitoral, lançados mais para compor chapa e ajudar no coeficiente partidário do que propriamente para disputar mandato com chances reais de vitória.
E é justamente essa impressão que ficou. Ao observar a fotografia do encontro, muitos se perguntaram onde estavam os grandes puxadores de votos e as lideranças capazes de empolgar o eleitorado. Em vez disso, o que se viu foi um grupo que, para os críticos, parece ter sido montado para servir de escada eleitoral.
Claro, a política já mostrou que surpresas acontecem. Mas, por enquanto, a chapa apresentada por Othelino lembra mais um treinamento de reservas do que um time pronto para disputar uma final de campeonato. A maioria são nomes inexplicáveis e desconhecidos, sem resultado na vida pública, um show que se reveza entre os derrotadas e fracassados
Outubro de 2026 dirá quem tinha razão: os defensores do projeto ou os internautas que, sem qualquer cerimônia, já batizaram o grupo como “as buchas de Othelino”.



















