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São José de Ribamar – Tragédia anunciada criança é atropelada após descer do transporte escolar

Na manhã desta terça-feira(05), um acidente envolvendo uma criança de seis anos de idade identificada como Gabriele Sofia Correia, estudante do ensino fundamental em uma escola do bairro da mata grande. O acidente aconteceu no momento em que a criança voltava da escola, segundo informações de familiares, Gabriele estava acompanhada de seu irmão os dois desceram do carro e despercebida seguiu de um lado para o outro da rua e foi atingida por um van de passageiros que passava no local. Ainda segundo informações, a van atingiu a menor e arrastou de um lado para o outro, passando por cima das duas pernas da criança.

Ela foi socorrida por populares e levada para o Hospital Djalma Marques o socorrão I, no centro da Capital. Segundo informações de familiares, ela passou por cirurgia nas duas pernas e passa bem.

Após o acidente, os moradores realizaram uma manifestação, e a presença da Secretaria de Educação de São José de Ribamar, Joana Marques, foi solicitada, durante sua fala, a secretária admitiu que houve erros e descaso com o transporte escolar, e se comprometeu em solucionar o problema ainda essa semana, com rapidez.

Mais sobre o caso:

Cerca de duzentos alunos são transportados todos os dias em ônibus escolares que fazem linha do conjunto Nova Terra em São José de Ribamar, para vários bairros adjacentes, onde estão matriculados em escolas municipais .

O artigo 10 da Lei de Diretrizes e Bases determina que os estados devem assumir o transporte escolar dos alunos da rede estadual, enquanto municípios têm a mesma incumbência em relação às escolas da rede municipal. Essa determinação também está na Lei nº 10.709, de 31 de julho de 2003.

Em São José de Ribamar, alunos que moram no conjunto nova terra, e dependem do transporte escolar, têm enfrentado uma verdadeira batalha para chegar até as escolas, os estudantes têm de utilizar ônibus superlotados, e muitos deles, ainda fazem todo o percurso em pé, correndo o risco de se machucar, o que coloca em risco a sua segurança. Não há escola no residencial, por isso, as crianças precisam se deslocar para outros bairros para poder estudar. Outro caso é a falta de um monitor, as crianças seguem avulsas, e caso como esse poderia ser evitado com um auxilio de um responsável pelos alunos.

A prefeitura emitiu nota sobre o caso e lamentou o acontecimento

 

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